quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Este tal de "Destino" - ou a têmpera que aprendemos a conviver...

Lord A:. - foto de Kadu Schiavo

Outra lição aos jovens Vamps - o tal do "DESTINO": Como escolhemos nos aproximar dos fatos que encontramos durante a vida define se receberemos bênçãos ou maldições daquilo que encontramos – visto que muito do que passamos é apenas um reflexo da gente mesmo projetada sobre terceiros. A maldição é uma lição e as vezes o tapa na cara bem dado para despertar que tudo aquilo que incomoda paira no único território que devemos, aprender a conviver justamente pela necessidade e primazia acima de todos os outros – “O Jeito da Gente” se preferir um termo popular. Ou então o “Destino” ou mesmo “Sína” que lá na antiguidade nada mais era do que se referir ao “jeitão” como você encara e lída com aquilo que carrega, que determina como vive e como morre no presente – e não como algum roteiro inescapável, maldição (embora já tenhamos explicado esta também neste parágrafo); tampouco como uma trilha ou senda com desafios pré-estabelecidos mas de cumprimento randômico; ou ainda como melodrama e mi-mi-mi de quem só está nessa para fazer “drama” por seu “complexo de Louie Pont Du Lac” ser tratado como deve ser tratado pelos outros. O desenvolvimento começa quando o drama acaba. 


Bem como os dramas alheios também e ainda dramas de outros também (o tal de cuidar da vida alheia quando os referidos alvos não ocupam qualquer posição hierárquica ou vinculo de qualquer gênero contigo) Só terão a importância ou relevância perante "Sua Vida - Seu Jeito - Seu Território - que você lhes entregar ou ainda suspender e mesmo revogar. O lance do desenvolvimento é um trabalho solitário - mas jamais sozinho ou se auto-enganando que é isolado ou um excluído do todo, pois isto é presunção e demonstra própria superficialidade, apatia e conformismo aprendido por desconhecer meios eficazes de espreitar o próprio "Ser" - e confundir popularidade com ser amado, mas sobre isso ainda falaremos em breve.Embora nesta outra lição, o tema seja abordado 

Enfim, aprenda a reger e exercer supremacia e tornar seu “lar” (o próprio espaço corporal e espiritual) um verdadeiro lar confortável, amigável e compreensivo para sí. A língua ou idioma do Dragão ensina que isto se faz ao contar de sí para sí que sua história de vida só pertence apenas 50% a você e que ela não está pronta ou finalizada, mesmo se tiver 2000 páginas só acaba quando terminar as últimas linhas – que sempre podem ser re-escritas no presente.É isso, boa Caçada!

Daqueles que vendem a própria integridade pensando que assim serão aceitos...

Como as criaçoes de Tesla fazem parte dos planos doDracula NBC Brasil do novo seriado - recomendo aos "fans" da Cosmovisão Vampyrica conhecerem melhor as idéias deste grande gênio da humanidade - Nikola Tesla!


Pequena lição aos jovens Vamps: Quem se vende o faz porque acredita que se vendendo vai ser aceito, ter acesso e fazer parte de algo - uma bela muleta-de-egos - para se diferenciar dos outros que estão alí na mesma situação difusos, misturados, inferiores e abaixo de alguma categoria que idealize ou tome como poder dominante de um determinado meio-social. Só que esta ilusão - e o milhão de justificativas que pessoas assim utilizam: o mundo é assim/a vida é assim/você faria o mesmo/sou um predador/só deus(es) me julga(m)/tenho poder e outras insensatez - são um problema da própria cabeça deles e das suas faltas de ego de quem age dessa forma. 

De fato agrupamentos de pessoas que se reunam com este "intento" são tão empobrecidos e desprovidos de lastro ou de representatividade porque não conseguem fazer nada além de servirem de muletas um dos outros no coletivo - e no pessoal não conseguem nada além de ouvirem o próprio eco das idéias e discursos que emitem e julgarem o mundo apenas pautado em seu próprio reflexo no espelho. Tudo já está pronto, estagnado e amortecido só depende de nomes para preencherem na história ou ainda de falarem aquilo que os "caras" falam para se encaixar, se mutilar e pensar ter conquistado algo. 

No campo de espiritualidade ou de cosmovisão - o que temos é apenas um repetidor semântico, ou seja alguém que só repete copiósamente o que ouviu dizerem e nunca praticou ou vivenciou nada prático. Cujo o foguete emocional tem um combustível tão fraco que não consegue sequer ir além daquela esfera - também partilhada pela cultura Pop - onde tudo é apenas uma reflexão mecânica daquilo que ele acha que é. E devo informar que isto não é COSMOVISÃO VAMPYRICA, tampouco paganismo, hermetismo, ocultismo e etcs.

Consiste apenas em Superficialidade, insensatez, conformismo, apatia e mesmíce.

Saboreie também...

Outras postagens interessantes